O percurso

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Fotos

 

                            Descrição da caminhada

 

 

Quando idealizamos este percurso, fizemo-lo com o propósito de num trajecto em laço, aliás como é nosso costume, contemplar várias facetas, pois a zona que escolhemos a isso se proporciona. Assim quisemos juntar o agradável prazer de caminhar numa zona que já faz parte do Parque Nacional  Peneda Gerês, a mata envolvente ao Centro interpretativo do Mezio é disso um exemplo, ao facto de nesta zona se poder visitar um dos complexos de arte rupestre da Idade do Bronze mais importantes do Noroeste da Península Ibérica que é o Complexo de Arte Pré-histórica de Gião em conjunto com o núcleo megalítico do Mezio mas também porque das inúmeras aldeias existentes na Serra do Soajo o traçado dá para visitar algumas e outras podem ser vistas quer do ponto mais alto do percurso quer há medida que se vai caminhado ao longo do trajecto. Assim e após uma tentativa pouco conseguida, devido ao mau tempo que se fez sentir no início do mês de Julho, desta feita em dia tipo de verão, lá metemos as "botas ao caminho", partindo do Mezio rumamos ao alto do Gião aproveitando para conhecer os atrás referidos monumentos megalíticos desde as Antas e  Mamoas  até às inscrições rupestres  situadas já muito próximo do posto de vigia instalado no alto do Gião. Ai desfruta-se um panorama imponente sobre uma vasta área, podemos ver as aldeias do Soajo, Vilar de Soente, Vilarinho das Quartas e  Ermelo. Mais ao longe a majestosa Serra Amarela e  o Alto dos Carris, podendo se avistar ainda as barragens do Lindoso e mais perto a de Touvedo. Descendo agora pelo caminho que nos levou até à aldeia de  Paredes do Vale, podemos apreciar manadas de garranos bem protegidas pelos seus machos dominantes, bem como pequenos cursos de água,  que apesar da canícula que se tem feito sentir, ainda brotam e que bem soube sentir a sua frescura. Depois de Paredes do Vale passamos por Igreja (Cabana Maior), Portela e Boimo e pelo caminho podia-se  ver Vilela das Lajes  , Bouça das Donas e Branda de Bustelinhos, a fazer lembrar o anterior percurso que aqui fizemos no ano passado. Sempre a subir até ao Mezio a fazer uso de “algum pulmão” , mas regalados com uma paisagem impar, apesar de alguns elementos já darem mostras de impaciência, pois o apetite por uma refeição retemperante já ditava a sua lei. Terminamos com uma curta incursão pela mata envolvente ao Mezio, bem do agrado de quem gosta de desfrutar da calma e fresco ar que ali se respira. No final contou-se cerca 15 Kms palmilhados em uma das zonas mais bonitas e aprazíveis do nosso Minho.

 

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