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DESCRIÇÃO
Fraga da Brasalitie, nome pronunciado pelos quatro participantes na última caminhada do dia 3/7, por dezenas ou até centenas de vezes, não só pelo nome que se revelou sonante e apelativo, como pela sua imponência e beleza patenteadas à medida que fazíamos o percurso e a admirávamos de diferentes ângulos. A prova disso é as belas fotos conseguidas pelos nossos profissionais de serviço.
Esta nossa incursão no Gerês/Nordeste, a partir de Pitões da Júnias, lado oposto à Capela de S.João que nos levou até à Fraga da Brasalitie, Fonte Fria, as Gralheiras e ainda Fraga da Espinheira, revelou-se uma agradável surpresa, não só pela sua majestade, como pelos desafios que nos proporcionou, nomeadamente no regresso a Pitões, por um percurso inventado à medida que íamos descendo, repleto de belas enseadas de carvalhais.
Partimos de Pitões pelas 8H45, e chegamos à Fonte Fria, marco G 199 que divide a fronteira com a vizinha Espanha, pelas 12h15, onde como é habitual, tratamos de retemperar energias com ingestão de água e algum alimento, para iniciarmos o regresso.
Regresso que se tornou radical e que a dado momento deixou o Filipão/Maradona, à beira de um ataque de nervos.
Percorremos assim cerca de 15 km, em 7 horas, subindo até 1430 metros, avistando lá do alto S.João, Cornos de Candela, Carris, Pico da Nevosa e Bigo (ou não se avistava Bigo!)
Cunha, a Luísa finalmente caiu e deixou-nos momentaneamente preocupados, mas felizmente não houve nada de maior. Aprendeu a cair à Cunha.
Almocinho no Preto, nas calmas e à maneirinha.
Bonito dia onde admiramos mais uma vez a natureza em todo o seu esplendor.
Lindo, Lindo para recordar.
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