DESCRIÇÃO
Mais uma vez a Rocalva e nós tivemos que esperar pelo tão ansiado encontro. Ainda não foi desta! O S. Pedro continua a não colaborar. Aguardemos!
Entretanto, como alternativa desenhamos um percurso aproveitando o facto de ainda não termos feito, na zona de Chelo, qualquer actividade e que para além de fácil tinha uma cota baixa, condição importante nestas condições meteorológicas.
Assim iniciamos o nosso percurso na aldeia de S. Lourenço ainda com tempo seco, mas ameaçando alteração a qualquer altura, porém foi o suficiente para apanhar desprevenido o companheiro Hélder que com o seu primo Jorge fizeram o favor de nos acompanhar nesta ligeira empreitada. Não tardou muito e a chuva apareceu, já tínhamos iniciado o percurso e com tal intensidade caiu que tivemos de regressar ao carro para proteger o Hélder. Uma calças ali um casaco aqui e conseguimos resguardá-lo da intempérie. Pés ao caminho novamente agora prontos para vencer as dificuldades meteorológicas quaisquer que elas fossem. Rapidamente chegamos ao alto de Chelo que, coberto com nevoeiro quase não dava para perceber. Daí à encruzilhada foi um saltinho, pena que o tecto nebuloso de tão baixo que estava não dava para contemplar a serra do Gerês.
Entretanto com o tempo já a melhorar iniciamos, na encruzilhada, o regresso a S. Lourenço agora com vistas para Covêlo do Gerês com rio cavado a correr no fundo do vale. Felizmente para nós que os caminhos tinham sido limpos porque senão teria sido bem difícil a progressão.
Sem darmos por isso estávamos junto à capela da Srª das Neves, sinal que a companhia e os caminhos eram bons, daí até S. Lourenço é um saltinho para mais feito no alcatrão.
Como estávamos relativamente perto de Fafião resolvemos repetir a cabidela, que das últimas vezes que por lá andamos nos ficou no goto. Infelizmente não repetimos a qualidade mas deu para confraternizar mais um pouco e recepcionar condignamente o Jorge e o primo Hélder ao mesmo tempo que saudávamos o regresso de terras Africanas do gran companheiro Resende qual Dom Sebastião.
Esperemos que da próxima vez o tempo permita a subida à Rocalva.
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